quinta-feira, junho 07, 2012
O que você faria em 6 horas com o rei do dowload??
Nada mais nada menos do que seis horas junto de Kim Dotcom o pai dos dowloads seus amigos empressarios podem passar com ele e se você tivesse essa oportunidade de conhecer o cara que ajudou a sociedade a ter acessos ao conhecimento a dividir arquivos de trabalho e estudo na maior rede de computadores do mundo o que você faria? Deixe um comentário afinal nem todo mundo consegue essa proessa.
Linkedin teve seu banco de senhas invadido por hackers
Milhões de senhas de usuários da rede social LinledIn vazam na web. De acordo com um hacker russo, em um fórum, ele afirmou que obteve milhões de senhas da rede social, para provar que não estava blefando, ele lançou na internet uma lista com mais de 6 milhões de senhas, para tanto, sem os respectivos usuários.
As senhas expostas não estavam salvas no banco de dados da rede social. As combinações aparecem criptografadas com o algoritmo SHA-1, assim, dificilmente as senhas podem ser descobertas. Em virtude de não poderem ser obtidas através do “hash”, uma espécie de identidades da senha, poucas serão descobertas por total. Para tanto, algumas listas na internet aparecem com “hashes” de combinações mais comuns ou mesmo palavras que podem ser encontradas no dicionário.
A partir disso, estima-se que do total de senhas violadas, mais de 300 mil delas já foram quebradas. Alguns usuários estão relatando no Twitter que tudo isso que está sendo espalhado é real, e ainda, muitos deles dizem que estão encontrando “hashes” de suas senhas entre arquivos e entradas decodificadas apontando para a palavra “linkedin”.
De acordo com o LinkedIn, em uma publicação no Twitter, a rede social está investigando os fatos e apurando sobre os casos de usuários que provavelmente foram atingidos. Fica a dica então, se você é usuário da rede social, troque a senha imediatamente e, caso use a mesma senha em outros serviços, faça o mesmo.
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sexta-feira, maio 25, 2012
Depois da queda na bolsa de valores FACEBOOK lança novo aplicativo
Um dos recursos mais atrativos do Google+ é o serviço de videochamada
em grupo chamado Hangouts. Contudo, em breve os usuários do Facebook
poderão aproveitar uma experiência similar, apesar do recurso não ser
exatamente trazido pelaa rede social em si.
O serviço de chat por vídeo ooVoo apresentou
nesta semana um upgrade que aumenta de seis para doze o número de
participantes permitidos em uma chamada por vídeo, e liberou uma
aplicação para Faceook que possibilita conferências por vídeo em alta
definição com essa quantidade de pessoas. O crescimento da ooVoo foi um
tanto quanto silencioso, alcançando 46 milhões de usuários em todo mundo
até abril deste ano. "O app do Facebook é responsável pela demanda de
usuários que procuram por outras maneiras de utilizar seus dispositivos
móveis para se conectar com seus amigos, de acordo com a companhia.
Um detalhe interessante é que, na rede social de Zuckerberg, os
usuários do chat não precisam ser membros do ooVoo. Se a pessoa para
qual você estiver ligando não estiver cadastrada, a aplicação dá a opção
para enviar um link de chamada por e-mail, post ou texto, para que o
usuário possa participar da conferência sem se registrar.
O serviço também utiliza o Facebook como um novo método de login em
seus apps para iOS e Android, afirmando que simplifica o processo de
cadastro e permite que os usuários gravem e façam upload de conversas de
vídeos para a web, um recurso anteriormente disponível apenas para
contas premium.
É possível fazer videoconferências no Facebook desde julho do ano passado,
quando o site firmou uma parceria com o Skype, contudo as chamadas são
apenas de um usuário para outro, por isso o Hangouts do Google+ parece
uma opção mais atrativa para chamadas com múltiplos usuários, enquanto
que a companhia de Mountain View promete melhorar cada vez mais a
ferramenta, de acordo com as melhorias de performance no Google+.
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Igreja católica e a Técnologia se unem...
Cerca de 4,5 milhões de estudantes de escolas católicas terão acesso
ao Office 365, a e-mails em nuvem e à suíte de colaboração
(collaboration suite) como parte de um acordo de 3 anos entre a
Microsoft e o Escritório Internacional de Educação Católica (Catholic
International Education Office, em inglês).
Segundo a Microsoft, o acordo pode ser ampliado posteriormente no intuito de incluir todos os 43 milhões de estudantes das 210 mil escolas católicas de 102 países.
A expectativa do Escritório Internacional de Educação Católica é de que, com o Office 365, os estudantes sejam capazes de colaborar em projetos, editar documentos em conjunto, comunicarem-se via e-mail, Messenger e videoconferência, além de poderem criar e manter sites. O acordo também solicita que a Microsoft projete uma rede social em nuvem exclusiva para as escolas, que receberá o nome de Social Network of Catholic Education (Rede Social da Educação Católica, em tradução livre). A Tralcom, com sede no México, será responsável pelo suporte tecnológico do projeto.
Os alunos irão utilizar o Office 365 for Education, uma versão do software adaptada para escolas e universidades que estará disponível no próximo semestre. O novo software irá substituir o atual Live @ Edu. O Google Apps também disponibiliza uma versão gratuita especial para educação.
Segundo a Microsoft, o acordo pode ser ampliado posteriormente no intuito de incluir todos os 43 milhões de estudantes das 210 mil escolas católicas de 102 países.
A expectativa do Escritório Internacional de Educação Católica é de que, com o Office 365, os estudantes sejam capazes de colaborar em projetos, editar documentos em conjunto, comunicarem-se via e-mail, Messenger e videoconferência, além de poderem criar e manter sites. O acordo também solicita que a Microsoft projete uma rede social em nuvem exclusiva para as escolas, que receberá o nome de Social Network of Catholic Education (Rede Social da Educação Católica, em tradução livre). A Tralcom, com sede no México, será responsável pelo suporte tecnológico do projeto.
Os alunos irão utilizar o Office 365 for Education, uma versão do software adaptada para escolas e universidades que estará disponível no próximo semestre. O novo software irá substituir o atual Live @ Edu. O Google Apps também disponibiliza uma versão gratuita especial para educação.
Mesmo a Microsoft dominando o mercado colaborativo, é notória a
competição entre Google e outras empresas do ramo, ao passo que mais e
mais consumidores optam pelo modelo em nuvem desse software.
Nessa guerra, é muito importante que a Microsoft e para a Google conquistem essas instituições educacionais como clientes. Afinal, se esses estudantes se familiarizarem com os softwares desde cedo - tanto o Office 365, quanto o Google Apps, eles criarão uma preferência por um ou outro. Uma vez dentro do mercado de trabalho, as opiniões deles sobre os programas podem influenciar as decisões de seus empregadores nessa área.
Até o momento, o Live @ Edu incluiu 22 milhões de estudantes, professores e administradores de cerca de 10 mil escolas localizadas em mais de 130 países.
Nessa guerra, é muito importante que a Microsoft e para a Google conquistem essas instituições educacionais como clientes. Afinal, se esses estudantes se familiarizarem com os softwares desde cedo - tanto o Office 365, quanto o Google Apps, eles criarão uma preferência por um ou outro. Uma vez dentro do mercado de trabalho, as opiniões deles sobre os programas podem influenciar as decisões de seus empregadores nessa área.
Até o momento, o Live @ Edu incluiu 22 milhões de estudantes, professores e administradores de cerca de 10 mil escolas localizadas em mais de 130 países.
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PUC do Rio lança ferramenta livre para conteúdos de TV digital
O Laboratório TeleMídia do Departamento de Informática da Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro publicou este mês uma nova
ferramenta para facilitar a criação de conteúdos interativos para a TV
digital. A ferramenta de autoria NCL Composer, que pode ser baixada
gratuitamente (http://www.ncl.org.br/pt-br/autoria ), permite desenvolver aplicações para emissoras de TV sem exigir conhecimento especializado em computação.
A linguagem NCL é o padrão ABNT e ITU-T para a criação de conteúdos declarativos interativos para o Ginga, nome do middleware aberto do Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital (ISDB-TB). Além de ter seu interpretador em código aberto, o uso de NCL não implica o pagamento de qualquer royalty, seja pelos produtores de aplicações (desenvolvedores), pelas emissoras de TV, ou pelos desenvolvedores de máquinas de interpretação da linguagem.
Embora a linguagem NCL já esteja disponível como padrão desde 2007, agora os desenvolvedores podem contar com uma ferramenta que facilita a criação dos conteúdos interativos – que podem ser diretamente relacionados ao programa em exibição, como uma novela ou uma partida de futebol, ou podem ser independentes dos programas, como um portal de notícias ou uma plataforma de serviços interativos através do televisor.
'A partir da disponibilização dessa ferramenta facilitadora, espera-se um aumento significativo na quantidade de aplicações criadas pelos produtores de aplicações DTV e uma maior complexidade dessas aplicações', afirma Luiz Fernando Gomes Soares, coordenador do Laboratório TeleMídia do Departamento de Informática da PUC-Rio e membro do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (Fórum SBTVD).
Ainda este mês, foi lançada a segunda edição do livro “Programando em NCL”, que agora pode ser obtida gratuitamente na forma eletrônica (www.ncl.org.br/pt-br/livrosecapitulosdelivros). Além disso, acaba de ser lançado o “Online NCL Handbook”, um Guia de referência Rápida que pode ser consultado a partir do site oficial da linguagem NCL (www.ncl.org.br/pt-br/handbooks). (Do Forum SBTD)
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Curso de informática capacitará operários e moradores do Humaitá
Ricardo Giusti/ PMPA/ JC
A prefeitura de Porto Alegre e a
OAS construtora lançaram, na manhã desta quinta-feira (24), um curso
para capacitar 300 moradores da comunidade do entorno da Arena do Grêmio
e cerca de 30 colaboradores da obra do estádio na área de Inclusão
Digital. O prefeito José Fortunati e o diretor-presidente da Procempa,
André Imar Kulczynski, participaram da cerimônia.
A Procempa instalou 11 computadores no local
“Esta é uma maneira de capacitar as pessoas que poderão trabalhar neste complexo”, afirmou o prefeito ao visitar o espaço construído especialmente para as aulas. No local, os alunos terão a oportunidade de cursar informática básica, aprendendo lições de Windows, Word, Excel e acesso à internet.
A Procempa instalou 11 computadores, está disponibilizando instrutores, apostilas e certificados para os alunos que cumprirem às 36 horas/aula de cada curso.
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quinta-feira, maio 03, 2012
Como as pessoas interagem em duas campanhas da coca-cola??
Estes
dois videos mostram de como o marketing pode ajudar sua empressa a vender mais e de uma forma diferente mas sem perder a embalagem ou a forma do seu produto afinal estamos falando de uma gigante em vendas...
sexta-feira, abril 20, 2012
Microsoft reúne ONGs no RS para debater a sustentabilidade da gestão por meio de tecnologias digitais
Como as ONGs podem garantir a sua sustentabilidade e geração de renda por meio de tecnologias inovadoras? Este é o principal objetivo do evento Conexão Digital – Para o Desenvolvimento Social , que acontece em Porto Alegre e é promovido pela gigante mundial Microsoft em parceria com a ONG Parceiros Voluntários, Associação Telecentro de Informação e Negócios (ATN) e Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho. O encontro, direcionado às instituições sociais de todo o estado, acontece no dia 24 de abril, das 8h30 às 17h30, no Salão nobre da Federasul (Largo Visconde do Cairu 17, 7º andar). As organizações não governamentais e telecentros interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição no site www.atn.org.br, clicando no banner Conexão Digital. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. Mais informações pelo fone: (51) 2101-9755.
O encontro será aberto pelo Diretor de Assuntos Corporativos da Microsoft Brasil, Rodolfo Fucher, pelo diretor-geral da ATN, José Avando Souza Sales, pela Presidente (voluntária) da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Pereira Johannpeter; pela gerente executiva da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho/SC, Lucia Ritzel e autoridades do Governo do Estado. Também estarão presentes o vice-presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, Rodrigo Alvarez e vários representantes de ONGs e Telecentros do Rio Grande do Sul, o vice-presidente voluntário da ONG Parceiros Voluntários, Juliano Korff e Daniela Redondo, do Instituto Coca-Cola.
A ONG Parceiros Voluntários vai apresentar no Conexão Digital uma ferramenta que promete mudar o patamar de transparência e governança de projetos da área da responsabilidade social, o STM (Social Tech Management), desenvolvido pela instituição em parceria com o Grupo META, um dos maiores em TI da América Latina. A plataforma Web gera informações que auxiliam a empresa usuária na tomada de decisões em relação ao seu investimento social. Com ela, é possível mensurar o que os projetos e os programas agregam no seu planejamento estratégico, facilitando à entrada em concorrências ou licitações, por exemplo, pois já terá material com informações consolidadas e contabilizadas.
O encontro será aberto pelo Diretor de Assuntos Corporativos da Microsoft Brasil, Rodolfo Fucher, pelo diretor-geral da ATN, José Avando Souza Sales, pela Presidente (voluntária) da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Pereira Johannpeter; pela gerente executiva da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho/SC, Lucia Ritzel e autoridades do Governo do Estado. Também estarão presentes o vice-presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, Rodrigo Alvarez e vários representantes de ONGs e Telecentros do Rio Grande do Sul, o vice-presidente voluntário da ONG Parceiros Voluntários, Juliano Korff e Daniela Redondo, do Instituto Coca-Cola.
A ONG Parceiros Voluntários vai apresentar no Conexão Digital uma ferramenta que promete mudar o patamar de transparência e governança de projetos da área da responsabilidade social, o STM (Social Tech Management), desenvolvido pela instituição em parceria com o Grupo META, um dos maiores em TI da América Latina. A plataforma Web gera informações que auxiliam a empresa usuária na tomada de decisões em relação ao seu investimento social. Com ela, é possível mensurar o que os projetos e os programas agregam no seu planejamento estratégico, facilitando à entrada em concorrências ou licitações, por exemplo, pois já terá material com informações consolidadas e contabilizadas.
Serviço:
Evento: Conexão Digital – Para o Desenvolvimento Social
Data: 24 de abril (terça-feira), das 8h30 às 17h30
Local: Salão Nobre da Federasul
Endereço: Largo Visconde de Cairú 17/ 7º andar – Centro - Porto Alegre – RS
Ingresso: gratuito
Informações: (51) 2101-9755
Evento: Conexão Digital – Para o Desenvolvimento Social
Data: 24 de abril (terça-feira), das 8h30 às 17h30
Local: Salão Nobre da Federasul
Endereço: Largo Visconde de Cairú 17/ 7º andar – Centro - Porto Alegre – RS
Ingresso: gratuito
Informações: (51) 2101-9755
quinta-feira, abril 05, 2012
Redes sociais e eleições:
A internet é feita de causas. Podem ser simples e pouco pretensiosas, mas também podem visar grandes mudanças. Elas nada mais são que a vontade das pessoas de fazer algo. E são essas que movem o mundo e dão utilidade para as tecnologias. Arrisco dizer que o engajamento do público na internet é o maior entre os meios de comunicação. Basta lembrar do case Kony 2012 e sua alarmante repercussão. Não é a toa que a política está começando a dar mais atenção para a web. O presidente dos Estados Unidos e candidato à reeleição, Barack Obama, está direcionando a maior parte de sua verba de campanha para esse meio.
Uma forte aposta do presidente é o canalno YouTube, que conta com mais de 2 mil vídeos. Dentre eles, o que mais se destaca é TheRoad We've Traveled, que apresenta um panorama do atual mandato do político em 17 minutos, começando com a crise econômica de 2008, passando pelo recolhimento das tropas no Iraque até chegar na convocação dos internautas para compartilharem sua campanha nas redes sociais e contribuírem para a reeleição. Até a publicação deste artigo, o vídeo contava com pouco mais de 2 milhões de visualizações, após quinze dias de sua postagem. Mas, não é só nesse canal que Obama conta com a contribuição dos eleitores.
Os Estados Unidos são o país de maior participação no Facebook. Dos quase 850 milhões de usuários em todo o mundo, 158 milhões são de seu país de origem. Não é para menos que o candidato possui uma página oficial com quase 26 milhões de adeptos, além de outros três importantes braços: Michelle Obama, fanpage da primeira-dama queridinha; Students for Barack Obama, ponto de encontro de estudantes desde 2006, quando apoiaram a candidatura do então senador à presidência; e Women for Obama, que representa o apoio das mulheres americanas ao presidente. A equipe de marketing de Barack Obama, porém, vislumbra uma nova perspectiva para esse último nicho. Na semana passada, o presidente ganhou um perfil no Pinterest, buscando se aproximar ainda mais do público feminino, que compõe mais de 60% dos usuários da rede social.
O canal que mais estreita os laços entre os eleitores e o candidato, porém, é o Twitter. Em 2008, Obama contava com 100 mil seguidores. Hoje, são mais 13,5 milhões de pessoas que recebem suas atualizações e interagem - e muito! - com o presidente. A equipe teve o cuidado de manter o perfil sempre atualizado desde sua eleição e agora desfruta de um contigente considerável de seguidores para lançar novidades sobre a campanha de reeleição. Tudo o que é postado ali é imediatamente retwittado e respondido, seja com mensagens de apoio ou de total revolta contra o presidente. E é aí que mora o maior dos medos.
Apesar de muitos países já estarem bastante conectados, como Japão, Índia e Brasil (de certa forma), a maioria dos candidatos políticos não dão "a cara a tapa". É relativamente mais barato fazer uma ação completa na internet, integrando vários canais e possibilitando que a divulgação e alcance fique a cargo dos próprios usuários da rede.
O foco, porém, recai sobre a televisão, na maioria dos casos, pelo fato de os espectadores só poderem desaprovar o que está sendo dito para os que estão fisicamente ao seu redor. Nas redes sociais, ao contrário, a desaprovação e a demonstração do outro lado da moeda têm um alcance muito mais abrangente. E o presidente mais cool da história dos EUA está tirando proveito disso – para o bem e para o mal.
O foco, porém, recai sobre a televisão, na maioria dos casos, pelo fato de os espectadores só poderem desaprovar o que está sendo dito para os que estão fisicamente ao seu redor. Nas redes sociais, ao contrário, a desaprovação e a demonstração do outro lado da moeda têm um alcance muito mais abrangente. E o presidente mais cool da história dos EUA está tirando proveito disso – para o bem e para o mal.
Fonte: http://www.blogmidia8.com/2012/04/redes-sociais-e-eleicoes-enfim-sos.html#ixzz1rCa8oFe0
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terça-feira, março 13, 2012
Falando de Midias Sociais
Todos os CMOs querem a mesma coisa: fazer sua organização muito mais centrada no consumidor do que focada em produtos ou canais. Mas compreender o cliente atual significa tornar-se muito mais sério em relação às mídias sociais. Como continuamos a ver, as mídias sociais transformam não somente a forma como as marcas se comunicam, mas também englobam outras funções de marketing, incluídos o atendimento ao consumidor, pesquisa, base de dados cadastrais e desenvolvimento de produtos. As mídias sociais continuam a evoluir rapidamente.
Sabemos pelo eMarketer que cerca de 90 por cento das companhias americanas estarão usando mídias sociais de alguma forma a partir do próximo ano (80% já utilizam).
Mas de acordo com um relatório recente da PRWeek, mais de um terço de todas as companhias não tem uma pessoa designada para ser a responsável pelas mídias sociais em suas organizações, muito menos o comprometimento que demanda mais do que uma única pessoa para administrar as mídias sociais. A realidade é que muitas companhias ainda estão experimentando e delegando as mídias sociais para funcionários juniores e uma miscelânea de agências. Isso tem que mudar se as marcas pretendem tirar todas as vantagens do poder das mídias sociais.
Aqui estão as três áreas focais da mídia social estratégica para organizações de marketing, alguns meios imediatos de chegar lá e como integrar agências e o pessoal interno.
1. Aceite seu novo recurso estratégico – Uma comunidade de marcas no Facebook
Os últimos anos de atividade em mídias sociais foram corretamente centrados no Facebook, a maior plataforma. Progredimos da criação de páginas de marcas como um experimento e chegamos a entender que, atualmente, essas páginas são recursos estratégicos na forma de comunidades de larga escala. Entre as 100 maiores marcas atuais, a base média de fãs soma mais de 7 milhões de “curtidores”, o que é algo verdadeiramente notável em tão pouco tempo2. E ainda que a contagem de fãs não seja a melhor medida de um programa de mídia social efetivo, ela oferece uma grande vantagem inicial para uma marca ativar esse novo recurso estratégico.
Perceba como a maioria das marcas tem se organizado em torno desse recurso de maneira deficiente. Muitas terceirizam essa plataforma, cada vez mais importante, para agências externas. E não é só o Facebook. A gestão de perfis do Twitter e de canais do Youtube também está sendo terceirizada. O que deveria ser uma função interna central está sendo relegado à periferia, com medidas precárias para lidar com crescentes necessidades de serviço ao cliente, ativação de fãs e, no limite, inovação em produtos e serviços por meio da co-criação em comunidade.
Sem dúvida, muitas marcas procuram uma agência que oferece esses serviços porque não pode abrigar esses canais de mídia social de forma adequada. De acordo com Forrester, mais de 50% das companhias declara que faltam pessoas em suas equipes para fazer a gestão dos canais no espaço social. E as agências estão ávidas para vender uma nova oferta de serviço. A própria Razorfish provê serviços de gestão das comunidades e atualmente administra diversos tipos de plataformas de mídias sociais em nome de seus clientes. Mas a natureza dessa terceirização precisa evoluir. Filosoficamente, uma marca deveria administrar sua própria comunidade – proporcionando transparência e autenticidade para sua base de clientes, bem como eficiência operacional. Administradores de comunidades em agências podem interferir nesse processo, criando uma barreira entre a marca e seu consumidor.
Atualmente, não é difícil para uma organização contratar administradores de comunidades experientes como pode ter sido há apenas alguns anos. Temos visto currículos de candidatos que administram canais de mídias sociais para pequenas empresas e que agora buscam trabalhar com marcas maiores. Postar uma vaga no Monster ou no Mashable costuma ser uma forma de dar início ao processo. A grande decisão em contratar o recurso adequado gira em torno da habilidade do candidato em bloggar, postar e tweetar no meio social apropriado para a marca – essa habilidade é uma arte, não uma ciência, e não deve adquirir uma abordagem excessivamente polida ou semelhante à redação de publicidade.
Outra consideração é o local dentro da organização onde esses recursos devem residir. Aqui, vemos muitos tipos diferentes de configurações. Para ser verdadeiramente sério em relação às mídias sociais, nós advogamos a existência de funções dedicadas aos administradores de comunidades, a começar pela equipe de marketing. DeVry University, um cliente, desenvolveu um modelo de sucesso no qual três administradores de comunidades – cada um alinhado com públicos essenciais de estudantes, acadêmicos e interessados – residem dentro do departamento de marketing e reportam-se para um diretor de mídias sociais.
Ainda que uma organização possa ter uma equipe interna de mídias sociais, uma agência continua tendo um papel importante. Mas esse papel deve ser estratégico e criativo, atuando nos bastidores como uma força multiplicadora ao invés de substituindo a participação direta da marca.
Aqui estão algumas formas importantes pelas quais uma agência pode deslocar-se da administração tática de comunidades para o desenvolvimento estratégico de comunidades:
- Ativação estratégica - Ao representar o consumidor, a agência está em uma posição ideal para definir o papel que as mídias sociais podem ter para a marca e os negócios do cliente. Esse processo vai além do uso do Facebook como um canal de comunicação, onde o conteúdo e a interação são postados sem direcionamento e o acúmulo de fãs torna-se o mero objetivo final. O verdadeiro propósito é identificar e desenvolver o conceito unificador pelo qual um consumidor deveria e gostaria de interagir com a marca de uma maneira social. Algumas vezes isso é óbvio, especialmente para marcas de grande interesse, mas é muito mais desafiador para marcas de bens de consumo essenciais, nos quais transcender o produto é essencial para o sucesso efetivo. Normalmente, essa abordagem não somente define os esforços em mídia social da marca, mas também seus esforços em marketing digital de forma completa.
- Visão oportunista - Enquanto as marcas devem focar na continuidade da administração da comunidade, a agência abriga a equipe da marca que vai buscar oportunidades táticas e estratégicas para acrescentar valor ao diálogo e ao conteúdo. Obter vantagens das oportunidades momentâneas, como a menção da marca por uma celebridade no Twitter ou um vídeo relevante que obtém força no YouTube, são alguns exemplos nos quais os recursos da agência devem prover um novo par de olhos e ouvidos para a equipe da marca. Uma estrutura para essa abordagem “de ataque” pode ser facilmente montada de forma imediata.
2. Introduza a pesquisa social na organização do marketing
Sabemos pelo eMarketer que cerca de 90 por cento das companhias americanas estarão usando mídias sociais de alguma forma a partir do próximo ano (80% já utilizam).
Mas de acordo com um relatório recente da PRWeek, mais de um terço de todas as companhias não tem uma pessoa designada para ser a responsável pelas mídias sociais em suas organizações, muito menos o comprometimento que demanda mais do que uma única pessoa para administrar as mídias sociais. A realidade é que muitas companhias ainda estão experimentando e delegando as mídias sociais para funcionários juniores e uma miscelânea de agências. Isso tem que mudar se as marcas pretendem tirar todas as vantagens do poder das mídias sociais.
Aqui estão as três áreas focais da mídia social estratégica para organizações de marketing, alguns meios imediatos de chegar lá e como integrar agências e o pessoal interno.
1. Aceite seu novo recurso estratégico – Uma comunidade de marcas no Facebook
Os últimos anos de atividade em mídias sociais foram corretamente centrados no Facebook, a maior plataforma. Progredimos da criação de páginas de marcas como um experimento e chegamos a entender que, atualmente, essas páginas são recursos estratégicos na forma de comunidades de larga escala. Entre as 100 maiores marcas atuais, a base média de fãs soma mais de 7 milhões de “curtidores”, o que é algo verdadeiramente notável em tão pouco tempo2. E ainda que a contagem de fãs não seja a melhor medida de um programa de mídia social efetivo, ela oferece uma grande vantagem inicial para uma marca ativar esse novo recurso estratégico.
Perceba como a maioria das marcas tem se organizado em torno desse recurso de maneira deficiente. Muitas terceirizam essa plataforma, cada vez mais importante, para agências externas. E não é só o Facebook. A gestão de perfis do Twitter e de canais do Youtube também está sendo terceirizada. O que deveria ser uma função interna central está sendo relegado à periferia, com medidas precárias para lidar com crescentes necessidades de serviço ao cliente, ativação de fãs e, no limite, inovação em produtos e serviços por meio da co-criação em comunidade.
Sem dúvida, muitas marcas procuram uma agência que oferece esses serviços porque não pode abrigar esses canais de mídia social de forma adequada. De acordo com Forrester, mais de 50% das companhias declara que faltam pessoas em suas equipes para fazer a gestão dos canais no espaço social. E as agências estão ávidas para vender uma nova oferta de serviço. A própria Razorfish provê serviços de gestão das comunidades e atualmente administra diversos tipos de plataformas de mídias sociais em nome de seus clientes. Mas a natureza dessa terceirização precisa evoluir. Filosoficamente, uma marca deveria administrar sua própria comunidade – proporcionando transparência e autenticidade para sua base de clientes, bem como eficiência operacional. Administradores de comunidades em agências podem interferir nesse processo, criando uma barreira entre a marca e seu consumidor.
Atualmente, não é difícil para uma organização contratar administradores de comunidades experientes como pode ter sido há apenas alguns anos. Temos visto currículos de candidatos que administram canais de mídias sociais para pequenas empresas e que agora buscam trabalhar com marcas maiores. Postar uma vaga no Monster ou no Mashable costuma ser uma forma de dar início ao processo. A grande decisão em contratar o recurso adequado gira em torno da habilidade do candidato em bloggar, postar e tweetar no meio social apropriado para a marca – essa habilidade é uma arte, não uma ciência, e não deve adquirir uma abordagem excessivamente polida ou semelhante à redação de publicidade.
Outra consideração é o local dentro da organização onde esses recursos devem residir. Aqui, vemos muitos tipos diferentes de configurações. Para ser verdadeiramente sério em relação às mídias sociais, nós advogamos a existência de funções dedicadas aos administradores de comunidades, a começar pela equipe de marketing. DeVry University, um cliente, desenvolveu um modelo de sucesso no qual três administradores de comunidades – cada um alinhado com públicos essenciais de estudantes, acadêmicos e interessados – residem dentro do departamento de marketing e reportam-se para um diretor de mídias sociais.
Ainda que uma organização possa ter uma equipe interna de mídias sociais, uma agência continua tendo um papel importante. Mas esse papel deve ser estratégico e criativo, atuando nos bastidores como uma força multiplicadora ao invés de substituindo a participação direta da marca.
Aqui estão algumas formas importantes pelas quais uma agência pode deslocar-se da administração tática de comunidades para o desenvolvimento estratégico de comunidades:
- Ativação estratégica - Ao representar o consumidor, a agência está em uma posição ideal para definir o papel que as mídias sociais podem ter para a marca e os negócios do cliente. Esse processo vai além do uso do Facebook como um canal de comunicação, onde o conteúdo e a interação são postados sem direcionamento e o acúmulo de fãs torna-se o mero objetivo final. O verdadeiro propósito é identificar e desenvolver o conceito unificador pelo qual um consumidor deveria e gostaria de interagir com a marca de uma maneira social. Algumas vezes isso é óbvio, especialmente para marcas de grande interesse, mas é muito mais desafiador para marcas de bens de consumo essenciais, nos quais transcender o produto é essencial para o sucesso efetivo. Normalmente, essa abordagem não somente define os esforços em mídia social da marca, mas também seus esforços em marketing digital de forma completa.
- Visão oportunista - Enquanto as marcas devem focar na continuidade da administração da comunidade, a agência abriga a equipe da marca que vai buscar oportunidades táticas e estratégicas para acrescentar valor ao diálogo e ao conteúdo. Obter vantagens das oportunidades momentâneas, como a menção da marca por uma celebridade no Twitter ou um vídeo relevante que obtém força no YouTube, são alguns exemplos nos quais os recursos da agência devem prover um novo par de olhos e ouvidos para a equipe da marca. Uma estrutura para essa abordagem “de ataque” pode ser facilmente montada de forma imediata.
2. Introduza a pesquisa social na organização do marketing
O espaço da pesquisa social ainda está em sua infância, mas as marcas precisam introduzir rapidamente os vários elementos da inteligência em mídia social em seus processos de marketing e negócios. Vamos começar escutando. Enquanto o monitoramento de conversas sobre a competição e os produtos da marca são procedimentos operacionais padrão, ouvir com eficiência ainda não teve impacto na maioria das organizações. Na Razorfish estamos testando pesquisas de escuta como fonte de informações para um grande número de diferentes tipos de funções de marketing. O planejamento de mídia, por exemplo.
Enquanto a abordagem tradicional para o desenvolvimento de um plano de mídia envolve a análise de quanto uma audiência específica pode ser atingida por uma variedade de opções de mídia – incluindo programação de TV, veículos impressos e canais digitais – a pesquisa de escuta proporciona uma abordagem totalmente nova. Armado com dados de escuta, o planejador de mídia pode determinar onde as conversas sobre determinada categoria da indústria estão ocorrendo, ou onde o lançamento de um programa de mídia social pode criar comprometimento para a marca. Para a Best Buy, técnicas de escuta social foram usadas para identificar oportunidades de parcerias em espaços de jogos eletrônicos, como a Comic-Con. A Razorfish reuniu informações sobre jogadores assíduos – determinando quais eventos e títulos de jogos resultavam nos maiores picos em discussões relevantes. Ao criar parcerias com esses tipos de eventos, a Best buy foi capaz de criar uma afiliação com os jogadores e gerar um conteúdo de jogos eletrônicos autêntico que pode então ser redistribuído por canais gratuitos e pagos.
Outra forma que estamos testando com a pesquisa de escuta é o desenvolvimento rápido de informações. Uma pesquisa recente conduzida na página do Facebook de um de nossos clientes resultou em mais de 1.000 comentários em menos de 24 horas. Esses comentários proporcionaram uma riqueza de informações sobre como os consumidores utilizam o produto, algo que os estrategistas e planejadores podem usar para conformar futuros programas de marketing e até mesmo inovações no produto. Nós sabemos que veremos o desenvolvimento rápido de informações evoluir em painéis de pesquisa, canalizando essa informação em tempo real diretamente para as equipes de planejamento e estratégia e permitindo o envio de questões de acompanhamento de volta para a comunidade.
Como fazer isso acontecer na sua organização? Aqui estão algumas maneiras fundamentais pelas quais a pesquisa social pode ser inserida no processo de marketing rapidamente:
- Comece com um exame de escuta básico - Isso pode ser um breve relatório que determine quem está falando sobre a sua marca, categorias e competidores em uma janela temporal regressiva de, digamos, três meses a um ano, de forma a capturar a sazonalidade das conversas. Isso não é ciência de foguetes, mas uma forma testada e verdadeira de se estabelecer na conversa. Até mesmo para marcas socialmente estabelecidas, pergunte a si mesmo: Quando foi a última vez que foi conduzido um exame de escuta de um certo período de tempo?
- Use uma abordagem híbrida para a escuta - A crescente necessidade de mensuração e prospecção de monitoramento de conversas levou a um grande número de novas ferramentas de escuta social, muitas das quais com capacidades únicas. Por exemplo, o Radian6 tem acesso a um dos maiores bancos de dados e satisfaz necessidades de monitoramento, mas o NetBase adota uma abordagem direcionada na qualidade da conversa e usa o processamento da linguagem natural para identificar temas centrais e categorizar sentimentos. No entanto, nenhuma das duas ferramentas é efetiva sem a análise de um especialista no assunto trabalhado. A ferramenta mais importante ao se tentar destilar milhões de partes de conversas sociais é um par de olhos humanos. Nós recomendamos a adoção de uma abordagem híbrida sobre a escuta social pela escolha de ferramentas como o NetBase, que pode categorizar conteúdos por sentimentos e temas de discussão, ao mesmo tempo em que se empregue um analista que esteja imerso na marca para colocar as descobertas no contexto adequado.
- Analise informações do Facebook - Compare o Facebook com seus outros canais de comunicação e você pode descobrir que seus fãs são diferentes dos consumidores que você pensa estar objetivando. E então descubra por que. Para uma marca da Kellogg Company, nós descobrimos que a audiência que a marca queria alcançar – homens com idade entre 18 e 24 anos – era muito diferente dos fãs em sua página do Facebook, onde cerca de 90 por cento eram mulheres. Isso naturalmente leva a uma mudança na voz social e na criação de conteúdo.
3. Entre no caminho do verdadeiro marketing de influência social
Diariamente, marcas continuam a refinar as formas de abordar seus consumidores no espaço social. Mas, muito freqüentemente, esse processo envolve atirar conteúdos contra um muro de provérbios e simplesmente observar o que cola. Mesmo quando os melhores calendários sócio-editoriais são desenvolvidos e enviados, nós ainda não estamos iniciando a partir de um local de informações estratégicas e comprometimento personalizado. Contudo, não é como se as marcas não fossem bem sucedidas com essa abordagem generalista – elas continuam a crescer sua base de fãs. Pergunte a você mesmo o que é pior: uma marca começando com poucos fãs e seguidores, ou uma marca com milhões de fãs que são tratados como se eles fossem indistinguíveis uns dos outros?
O que está faltando é uma compreensão das necessidades do consumidor, por que eles se tornaram e continuam sendo fãs da marca e como eles influenciam uns aos outros. Essa é uma simples personificação social. Armado com essas informações, as marcas podem costurar suas interações de forma mais específica. Sim, atualmente é difícil segmentar, mas isso vai mudar conforme as redes sociais se desenvolvem. Exemplo prático: o Google+ e seu modelo de Círculos. Com o passar do tempo, essa caracterização das relações sociais de uma pessoa pode permitir uma interação mais próxima e mais personalizada entre os consumidores e também entre as marcas. Não estamos lá ainda, mas o conceito por trás dos Círculos é o nosso futuro.
Esperando do outro lado da rua, portanto, está uma maior inteligência em gráficos sociais da marca, o que leva rapidamente a um entendimento de quem são os mais importantes influenciadores. Mais importante, nós seremos capazes de ter granularidade em torno dos influenciadores de maneira segmentada. Por exemplo, nós teremos maneiras de ativar os “influenciadores que buscam negócios” e estão dispostos a fazer barulho sobre uma promoção, ou o influenciador “entusiasta de categoria”, ávido por informações sobre novos produtos e disposto a compartilhar as descobertas com seu círculo.
Como iniciar esse caminho para a sua organização? Aqui estão alguns primeiros passos essenciais
- Categorização de fãs - Em um nível básico, isso está relacionado a como um consumidor deseja interagir com a marca em uma mídia social. Eles querem auxílio com assuntos relacionados ao atendimento ao consumidor, querem receber informações sobre o produto ou querem receber ofertas especiais? Comece dando um passo para trás e observe o comportamento dos consumidores que informam como estruturar o conteúdo da comunidade. Um grande primeiro passo pode ser avaliar as postagens e os comentários dos usuários e categorizá-los por interesse. Em seguida, desenvolva pesquisas para mensurar mais a fundo as áreas de interesse da base de fãs.
- Compilação inteligente de dados - Outra forma de entender sua base de fãs é solicitar dados do usuário quando for apropriado. Cadastramentos que proporcionem ofertas especiais ou conteúdo exclusivo não é nenhum segredo, mas é surpreendente a quantidade de marcas que não tira vantagem dessa oportunidade. Ao proporcionar diferentes oportunidades de obtenção de endereços de email, os usuários passam a se auto-categorizar por interesse. Tendo o usuário optado por um interesse particular – por exemplo, informações sobre novos produtos – você pode agora entregar comunicações mais relevantes. Em retorno, conforme os usuários conversem e compartilhem essas informações em suas redes sociais, você terá o início de uma base de dados de influenciadores registrados.
- Familiaridade com o Google+ - Enquanto a adoção e a utilização por parte dos usuários ainda é discutível, o Google está re-arquitetando como nós agrupamos nossos amigos e colegas por meio dos Círculos. Se você ainda não tentou isso, faça um experimento.
- NetBase: a melhor ferramenta para processamento de linguagem natural, auxilia a categorizar sentimentos por temas e intensidade.
- Evolve24: fortes capacidades de escuta social – grande banco de dados, categorização de tópicos, análise de tendências e a habilidade de fundir dados de mídias tradicionais e digitais, o que é uma característica única.
- Sentiment 360: análises semânticas de sentimento baseadas em Inteligência Artificial que proporciona um alto grau de precisão (líder da indústria), ao mesmo tempo em que automaticamente ordena conteúdos por relevância e tipo de conversação.
Enquanto a abordagem tradicional para o desenvolvimento de um plano de mídia envolve a análise de quanto uma audiência específica pode ser atingida por uma variedade de opções de mídia – incluindo programação de TV, veículos impressos e canais digitais – a pesquisa de escuta proporciona uma abordagem totalmente nova. Armado com dados de escuta, o planejador de mídia pode determinar onde as conversas sobre determinada categoria da indústria estão ocorrendo, ou onde o lançamento de um programa de mídia social pode criar comprometimento para a marca. Para a Best Buy, técnicas de escuta social foram usadas para identificar oportunidades de parcerias em espaços de jogos eletrônicos, como a Comic-Con. A Razorfish reuniu informações sobre jogadores assíduos – determinando quais eventos e títulos de jogos resultavam nos maiores picos em discussões relevantes. Ao criar parcerias com esses tipos de eventos, a Best buy foi capaz de criar uma afiliação com os jogadores e gerar um conteúdo de jogos eletrônicos autêntico que pode então ser redistribuído por canais gratuitos e pagos.
Outra forma que estamos testando com a pesquisa de escuta é o desenvolvimento rápido de informações. Uma pesquisa recente conduzida na página do Facebook de um de nossos clientes resultou em mais de 1.000 comentários em menos de 24 horas. Esses comentários proporcionaram uma riqueza de informações sobre como os consumidores utilizam o produto, algo que os estrategistas e planejadores podem usar para conformar futuros programas de marketing e até mesmo inovações no produto. Nós sabemos que veremos o desenvolvimento rápido de informações evoluir em painéis de pesquisa, canalizando essa informação em tempo real diretamente para as equipes de planejamento e estratégia e permitindo o envio de questões de acompanhamento de volta para a comunidade.
Como fazer isso acontecer na sua organização? Aqui estão algumas maneiras fundamentais pelas quais a pesquisa social pode ser inserida no processo de marketing rapidamente:
- Comece com um exame de escuta básico - Isso pode ser um breve relatório que determine quem está falando sobre a sua marca, categorias e competidores em uma janela temporal regressiva de, digamos, três meses a um ano, de forma a capturar a sazonalidade das conversas. Isso não é ciência de foguetes, mas uma forma testada e verdadeira de se estabelecer na conversa. Até mesmo para marcas socialmente estabelecidas, pergunte a si mesmo: Quando foi a última vez que foi conduzido um exame de escuta de um certo período de tempo?
- Use uma abordagem híbrida para a escuta - A crescente necessidade de mensuração e prospecção de monitoramento de conversas levou a um grande número de novas ferramentas de escuta social, muitas das quais com capacidades únicas. Por exemplo, o Radian6 tem acesso a um dos maiores bancos de dados e satisfaz necessidades de monitoramento, mas o NetBase adota uma abordagem direcionada na qualidade da conversa e usa o processamento da linguagem natural para identificar temas centrais e categorizar sentimentos. No entanto, nenhuma das duas ferramentas é efetiva sem a análise de um especialista no assunto trabalhado. A ferramenta mais importante ao se tentar destilar milhões de partes de conversas sociais é um par de olhos humanos. Nós recomendamos a adoção de uma abordagem híbrida sobre a escuta social pela escolha de ferramentas como o NetBase, que pode categorizar conteúdos por sentimentos e temas de discussão, ao mesmo tempo em que se empregue um analista que esteja imerso na marca para colocar as descobertas no contexto adequado.
- Analise informações do Facebook - Compare o Facebook com seus outros canais de comunicação e você pode descobrir que seus fãs são diferentes dos consumidores que você pensa estar objetivando. E então descubra por que. Para uma marca da Kellogg Company, nós descobrimos que a audiência que a marca queria alcançar – homens com idade entre 18 e 24 anos – era muito diferente dos fãs em sua página do Facebook, onde cerca de 90 por cento eram mulheres. Isso naturalmente leva a uma mudança na voz social e na criação de conteúdo.
3. Entre no caminho do verdadeiro marketing de influência social
Diariamente, marcas continuam a refinar as formas de abordar seus consumidores no espaço social. Mas, muito freqüentemente, esse processo envolve atirar conteúdos contra um muro de provérbios e simplesmente observar o que cola. Mesmo quando os melhores calendários sócio-editoriais são desenvolvidos e enviados, nós ainda não estamos iniciando a partir de um local de informações estratégicas e comprometimento personalizado. Contudo, não é como se as marcas não fossem bem sucedidas com essa abordagem generalista – elas continuam a crescer sua base de fãs. Pergunte a você mesmo o que é pior: uma marca começando com poucos fãs e seguidores, ou uma marca com milhões de fãs que são tratados como se eles fossem indistinguíveis uns dos outros?
O que está faltando é uma compreensão das necessidades do consumidor, por que eles se tornaram e continuam sendo fãs da marca e como eles influenciam uns aos outros. Essa é uma simples personificação social. Armado com essas informações, as marcas podem costurar suas interações de forma mais específica. Sim, atualmente é difícil segmentar, mas isso vai mudar conforme as redes sociais se desenvolvem. Exemplo prático: o Google+ e seu modelo de Círculos. Com o passar do tempo, essa caracterização das relações sociais de uma pessoa pode permitir uma interação mais próxima e mais personalizada entre os consumidores e também entre as marcas. Não estamos lá ainda, mas o conceito por trás dos Círculos é o nosso futuro.
Esperando do outro lado da rua, portanto, está uma maior inteligência em gráficos sociais da marca, o que leva rapidamente a um entendimento de quem são os mais importantes influenciadores. Mais importante, nós seremos capazes de ter granularidade em torno dos influenciadores de maneira segmentada. Por exemplo, nós teremos maneiras de ativar os “influenciadores que buscam negócios” e estão dispostos a fazer barulho sobre uma promoção, ou o influenciador “entusiasta de categoria”, ávido por informações sobre novos produtos e disposto a compartilhar as descobertas com seu círculo.
Como iniciar esse caminho para a sua organização? Aqui estão alguns primeiros passos essenciais
- Categorização de fãs - Em um nível básico, isso está relacionado a como um consumidor deseja interagir com a marca em uma mídia social. Eles querem auxílio com assuntos relacionados ao atendimento ao consumidor, querem receber informações sobre o produto ou querem receber ofertas especiais? Comece dando um passo para trás e observe o comportamento dos consumidores que informam como estruturar o conteúdo da comunidade. Um grande primeiro passo pode ser avaliar as postagens e os comentários dos usuários e categorizá-los por interesse. Em seguida, desenvolva pesquisas para mensurar mais a fundo as áreas de interesse da base de fãs.
- Compilação inteligente de dados - Outra forma de entender sua base de fãs é solicitar dados do usuário quando for apropriado. Cadastramentos que proporcionem ofertas especiais ou conteúdo exclusivo não é nenhum segredo, mas é surpreendente a quantidade de marcas que não tira vantagem dessa oportunidade. Ao proporcionar diferentes oportunidades de obtenção de endereços de email, os usuários passam a se auto-categorizar por interesse. Tendo o usuário optado por um interesse particular – por exemplo, informações sobre novos produtos – você pode agora entregar comunicações mais relevantes. Em retorno, conforme os usuários conversem e compartilhem essas informações em suas redes sociais, você terá o início de uma base de dados de influenciadores registrados.
- Familiaridade com o Google+ - Enquanto a adoção e a utilização por parte dos usuários ainda é discutível, o Google está re-arquitetando como nós agrupamos nossos amigos e colegas por meio dos Círculos. Se você ainda não tentou isso, faça um experimento.
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Três ferramentas de escuta a serem observadas:- NetBase: a melhor ferramenta para processamento de linguagem natural, auxilia a categorizar sentimentos por temas e intensidade.
- Evolve24: fortes capacidades de escuta social – grande banco de dados, categorização de tópicos, análise de tendências e a habilidade de fundir dados de mídias tradicionais e digitais, o que é uma característica única.
- Sentiment 360: análises semânticas de sentimento baseadas em Inteligência Artificial que proporciona um alto grau de precisão (líder da indústria), ao mesmo tempo em que automaticamente ordena conteúdos por relevância e tipo de conversação.
(*) Chris Bowler é VP Social Media da Razorfish
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