Aqui publico tudo que li em sites e blogs de iformática e gostaria de compartilhar com você leitor por isso criei esse blog com intuitivo de
passar mais informações aos meus amigos e alunos que de certa forma tambem são meus mestres..

Escolha seu Edioma

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quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Que tal deixar seu iPhone, iPad e iPod com uns goles de refrigerante

A Coca-Cola comemora o desempenho do aplicativo “Coke Drink”, que já superou mais de dois milhões de downloads no mundo.
A ferramenta, desenvolvida em 2011 pela empresa em conjunto com a CI&T, permite aos usuários de iPhone, iPad e iPod simularem a experiência de beber Coca-Cola.
A acessar o aplicativo, surge a mensagem “Open Happiness” (“Abra a felicidade”), que após ser aberta transforma a tela do aparelho em um recipiente cheio do refrigerante.
É possível ainda acrescentar cinco cubos de gelo com toques leves no display. A ferramenta tem se destacado por estar frenquentemente na primeira posição dos 10 aplicativos mais baixados da App Store, segundo dados da companhia.

Como o Facebook cresceu no Brasil


Parafraseando uma expressão popular aqui no Brasil, Mark Zuckerberg poderia exclamar "Graças ao Orkut!" ao ver os dados da comScore que, em janeiro, mostraram sua criação deixando a do Google para trás.

Acontece que, segundo especialistas, o Facebook só chegou ao ponto atual - com 36 milhões de usuários - porque o Orkut (que tem 34,4 milhões) preparou o terreno. Mais que isso, o site do Google teria estimulado a compra de computadores e a contratação de serviços melhores de internet.

"Até a chegada do Orkut, em 2004, o uso da internet no Brasil estava estagnado", disse à Reuters o analista José Calazans, da Ibope Nielsen. "Quando as pessoas aqui começaram a comprar computadores e ir a cibercafés, era especificamente para acessar o Orkut. Agora muitas delas estão se mudando para o Facebook."

A diferença entre as duas redes sociais é relativamente pequena e ainda há mais de 34 milhões de pessoas usando o Orkut. Mas exemplos mostram que o site do Google pode não durar muito.

"Se você pensar nos EUA, o Facebook e o Myspace eram muito competitivos por volta de 2009", disse à agência Andrew Lipsman, vice-presidente de análise da indústria da comScore. "Você pode coexistir por um tempo, mas o que tende a acontecer é as pessoas se consolidarem em torno de um ou outro."
 

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Teste sua curiosidade no facebook com a intel

A Intel lançou um jogo no Facebook para os nerds com muito orgulho. O Mestres da Curiosidade está disponível na fanpage da marca na rede social e vai eleger a pessoa mais curiosa do Facebook. Ganha quem fizer a maior pontuação nas 13 etapas semanais. O desafio vai mudando, mas o resultado é cumulativo.

Dica
Para aumentar suas chances, assista à série Curiosidade, no Discovery Channel. As questões lançadas no jogo estão sempre ligadas ao programa.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

389 Livros para Blogueiros e Publicitários


É só você clicar no nome da obra para fazer o download da respectiva publicação, direto da página do blog @midia8 no IssuuSlideshare  ou em outros lugares da web em que o material estiver disponível. Para uma ajuda, basta apertar ctrl + F e digitar o nome do livro. Boa leitura a todos! =)
Na língua dos brazucas (português) 
01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)
11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)
13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)
17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)
22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)
32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)
34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)
35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)
36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)
37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)
40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)
41. Comunicação e poder (org. João Correia)
42. Comunicação e política (org. João Correia)
43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)
44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)
45. Jornalismo e espaço público (João Correia)
50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)
51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)
52. Onipresente (Ricardo Cavallini)
56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)
57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)
58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)
59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)
61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)
65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)
66. A internet em Portugal (OberCom)
67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)
68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
69. Cultura digital.br (orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)
70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)
71. História das relações públicas (Cláudia moura)
72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)
73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)
74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)
75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)
76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)
77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)
79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)
82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)
83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)
84. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)
95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)
104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
106. Cultura livre (Lawrence Lessing)
107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)
108. Guia da reputação online (António Dias)
111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)
112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)
114. Escola de redes (Augusto de Franco)
115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)
117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)
118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)
119. Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)
121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)
122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)
124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)
125. Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)
128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)
129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)
131. 11 Insights (Grupo Troiano)
132. 40 dias para salvar seu blog (Marcos Lemos)
133. Comunicação midiática (Dafne Pedroso, Lúcia Coutinho e Vilso Santi)
134. Desafios do jornalismo (OberCom)
135. Estratégias e identidades midiáticas (orgs. Daiana Staziak e Vilso Santi)
138. Fluzz (Augusto de Franco)
139. Narrativa hipertextual multimídia (Marcelo Freire)
144. Comunicação em rede (Charles Cadé)
145. A sociedade em rede: do conhecimento à ação política (Gustavo Cardoso e Manuel Castell)
146. A arte de desperdiçar energia (Ricardo Cavallini)
148. Retórica e mediatização: as indústrias da persuasão (orgs. Gisela Gonçalves e Ivone Ferreira)
152. Design e planejamento (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)
153. Design e ergonomia (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)
154. Design, empresa, sociedade (Paula Landim)
157. Televisão digital (orgs. Maria Gobbi e Maria Teesa)
158. Gestão, mediação e uso da informação (org. Marta Valentim)
161. 50 coisas que aprendi sobre o mundo 2.0 (Carlos Nepomuceno)
162. Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout)
162. Os 8 Ps do marketing digital - capítulo 1 (Conrado Adolpho)
163. Métricas para mídias sociais - parte 1 (Dinamize)
166. Pragmática: comunicação publicitária e marketing (Annamaria Jatobá e Paulo Serra orgs.)
172. Smart digital. Conteúdo social: social media optimization (Bruno de Souza)
173. 5 passos para vender mais pela internet (Saia do Lugar)
174. Tradições e reflexões: contributos para a teoria e estética dos documentários (Manuela Penafria)
175. A persuasão (Américo de Souza)
176. Para entender o monitoramento de mídias sociais (org. Tarcízio Silva)

Na língua dos gringos (inglês)
01. The new rules os viral marketing (David Meerman Scott)
02. Podcast marketing ebook (Christopher Penn)
03. Social web analytics (Social Web Analytics)
04. Masters of marketing (Starup Internet Marketing)
05. Get viral get visitors (Stacie MAhoe)
07. The zen of blogging (Hunter Nutall)
08. A primer in social media (Smash Lab)
09. SEO for WordPress blogs (Blizzard Internet)
11. The word of mouth manual - vol. II (Dave Balter)
12. Time management for creative people (Mark McGuinness)
13. Social media: your organisation and web 2.0 (Trevor Cook e Lee Hopkins)
16. What matters now (Seth Godin)
18. Science and the media (Donald Kennedy e Overholser Ginebra)
19. New media makers (Jan Schaffer´s)
20. Social media marketing GPS (Toby Bloomber)
21. Four hour sleep week (HotBlogTips)
23. From stats to strats (Bonsai Interactive Marketing)
24. Fishing where te fish are (Chris Brogan)
26. The art of community (Jono Bacon)
29. Taking your talent to the web (Jeffrey Zeldman)
30. Web designer´s success guide (Kevin Airgid)
31. Designing for the web (Mark Boulton)
32. Design your imagination (WebGuru India)
33. Time management for creative people (Mark McGuinness)
34. Web style guide (WebStyleGuide)
35. Pure design (Mário Garcia)
36. Strategy of giving (Miika Leinonen)
37. The future of ideas (Lawrence Lessing)
40. The future of repuation (Daniel J. Solove)
41. The wealth of networks (Yochai Benkler)
43. Master of marketing (Michael Enlow)
44. How to write a marketing plan (Peter Geisheker)
45. What is social media? (Antony Mayfield)
46. Effective internet presence (Ted Demopoulo)
47. Introduction to goog usability (Peter Pixel)
48. We have a website. Now what? (Craig Rentmeester)
49. Free culture (Lawrence Lessing)
50. The challenges of the digital era (Observatorio de la ilustración gráfica)
53. The simple web (Skellie)
55. Blogging on my mind (Nabil Khan)
57. The definitive Twitter resource guide (Stephen e Alicia Pierce)
59. The word of mouth manual II (Dave Balter)
60. Social media: your organization and web 2.0 (Trevor Cook & Lee Hopkins)
61. Mobile tools reviewed (rjionline.org)
63. Facebok pages guide (allfacebook.com)
65. Social media in the arab world (Jeffrey Ghannam)
69. Online journalism: research methods (eds. Marcos Palacios and Javier Noci)
72. Hacking the BBC (Backstage)
73. Content (Cory Doctorow)
74. The cluetrain manifesto (vários autores)
75. The future of reputation (Daniel Solove)
76. What we know about the business of digital journalism (Columbia Journalism School)
77. Free: the future of a radical price (Chris Anderson)
78. Insubordinate (Seth Godin)
79. The social media starter kit (Altitude)
80. 9 ways your business could be using social media, but probably isn´t (North Social)
81. How to present with Twitter (Olivia Mitchell)
82. Google Instant: potential impact on SEM and SEO (The Search Agency)
83. Best practice guide: marketing on Facebook (Facebook)
84. How I learned to stop worrying and love social media (Microsoft)
85. The state of corporate social media in 2011 (Nick Johnson)
86. Social media in the arab world (Jeffrey Ghannam)
87. Rhetoric in graphic design (Bárbara Emanuel)
88. Design with intent (Dan Lockton, David Harrison and Neville Staton)
89. Social by social (vários autores)
90. Wikiworld (Juha Suoranta and Tere Vadén)
91. Diversity Journalisms (org. Ramón Salaverría)
92. Networks, clouds and markets (David Easly)
Na língua dos outros gringos (espanhol)

01. Comunicación multicultural em Iberoamérica (José Marques de Melo)
02. Marketing e comunicación (José Sixto García)
04. Herramientas digitales para periodistas (Sandra Crucianelli)
08. Inteligencia colectiva (Pierre Lévy)
10. Geekonomía (Hugo Pardo)
11. Manual de periodismo independiente (Deborah Potter)
12. La guía definitiva para entender Twitter (Jose Maria Gil)
13. Dictadura del diseño (Carlos Carpintero)
14. Quiénes son los YouTubers? (Estudio de usuarios)
15. Comunidades online 2009 (Miguel Cornejo)
16. El modelo de la nueva agencia (diversos autores)
17. Web 2.0 (Antonio Fumero)
18. Más allá de Google (Jorge Juan Fernández)
20. Crónicas argentinas (Juan Pablo Menezes)
21. Nosotros, el medio (Chris Willis e Shayne Bowman)
22. Cómo escribir para la web (Guillermo Franco)
23. Claves del nuevo marketing 2.0 (diversos autores)
24. Lan gran guía de los blogs (Francisco Polo)
25. Periodismo 2.0 (Mark Briggs)
27. Glosario básico de internet (Rafael Fernández Calvo)
28. Branding corporativo (Paul Capriotti Peri)
29. Los desafíos del periodismo (Media Matters)
30. 100 BM digital tips (Burson-Marsteller)
32. La sociedad de control (Jose Alcántara)
33. Publicidad 2.0 (Paúl Been)
34. Software libre (Jordi Hernàndez)
35. Movilidad en la Pyme (José Colvée)
36. Planeta web 2.0 (Cristobal Cobo e Hugo Pardo)
37. Marketing en redes sociales (Juan Merodio)
39. El nuevo manifesto de la web 2.0 (Toni Martín-Avila e Jaime Lòpez-Chicheri)
44. La evolución de internet (Fundação Telefónica)
46. El proyecto Facebook y la posuniversidad (Fundação Telefónica)
47. El español en la red (Fundação Telefónica)
48. La genereción interactiva en España (Fundação Telefónica)
50. Los retos de la era digital (Observatorio de la ilustración gráfica)
51. El código 2.0 (Lawrence Lessing)
52. El imperio digital (Leando Zanoni)
54. Reflexiones sobre periodismo (Esther Vargas e Sofía Pichihua)
55. Filopolítica: filosofía para la política (Antoni Gutiérrez-Rubí)
58. 32 tendencias de cambio (Antoni Gutiérrez-Rubí)
59. Manual de periodismo y códigos de ética (Calandria)
60. Código de ética para la difusión de encuestas a la opinión pública (Apeim)
61. Guía para periodistas sobre biodiversidad y negociación internacional (Fundación Biodiversidad)
62. Reflexiones sobre comunicación, tecnología y sociedad (Carlos Arcila y Argelia Ferrer)
63. La investigación en periodismo digital (editores José Lassa y Fernando Turmo) 65. Ciberjornalismo: metodos de investigación (eds. Marcos Palacios y Javier Noci)
66. Dictadura del diseño (Carlos Carpintero)
67. Contra el copyright (Richard Stallman, Wu Ming, César Rendueles y Kembrew McLeod)
68. Guía de herramientas Google para periodistas (Maurício Marín)
69. Manual de comunicación y periodismo para el trabajo comunitario (Abrajos)
70. Internet, hackers y software libre (Carlos Gradin)
71. Mi comunidad (Stephan Fuetterer)
72. Google Plus: Guía para periodistas (Esther Vargas y Sofía Pichihua)
73. La sociedad de la ignorancia (Antoni Brey, Daniel Innerarity y Gonçal Mayos)
74. Como promocionar tu negocio en redes sociales (Juan Merodio)
75. La función del community manager (Territorio Creativo)
76. Tu plan de comunicación en internet (Iván Pinto)
77. La revolución de la prensa digital (Cuadernos de Comunicación Evoca)
78. Analítica web (Cuadernos de Comunicación Evoca)
79. La televisión que viene (Cuadernos de Comunicación Evoca)
80. Comunicación política 2.0 (Cuadernos de Comunicación Evoca)
81. Identidad digital y reputación online (Cuadernos de Comunicación Evoca)
82. La guía de Twitter para los negocios (Jose Maria Gil)
83. El nuevo manifiesto de la web 2.0 (Toni Martin-Avila y Jaime López-Chicheri)
84. La pyme y el comercio eletrónico (Infonomía)
85. Comunicación interna 2.0 (Alejandro Formanchuck)
86. Manual de comunicación corporativa para principiantes (Caro Alvira y Anna Parnau)
87. Estudio uso de Facebook por parte de las empresas españolas (Adigital)
88. Manual de uso para la creatividad sostenible en la era digital (FCForum)
89. 28 artículos para optimizar tu marketing online (La Caja de Herramientas)
90. Mi comunidad (Stephan Fuetterer)
91. Educacíon y tecnologías: las voces de los expertos (Conectar Igualdad)
92. Manual de buenas prácticas en redes sociales corporativas (Zyncr)
93. Las 10 mejores prácticas para media sociales (ASNES)
15 Libros blancos Interactive Advertising Bureau (IAB) - descargar


Alguns livros disponibilizados pela E-Consulting

01. Web 2.0
02. TI corporativa
03. B2B e cadeias digitalmente integradas
04. E-commerce
05. Mobilidade
06. Internet corporativa
07. Novas mídias
08. Governança de TI e internet
09. Relacionamento online
10. E-marketing
11. Tecnologias para comunicação e relacionamento
12. Os impactos dos novos canais na comunicação tradicional
13. A web no modelo de negócio
Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro. É editor do Blog Mídia8!.

MEI - Nas redes socias

Estar nas redes sociais é fácil, mas manter presença digital profissional é para poucos. Pequenas empresas podem usufruir desse meio para a criação e o estabelecimento de uma presença construída através de um conteúdo de qualidade. Usuários não querem mais propaganda direta, querem conteúdo, e isso qualquer pequena empresa com gestão séria nas redes sociais é capaz de produzir. Seja no gerenciamento desses canais ou no simples uso estratégico de hashtags, a hora é agora.
Dizer com total convicção que se trata da melhor forma de se relacionar com seus clientes pode ser um pouco arriscado, mas sem dúvida tem sido uma das mais eficientes maneiras de estar próximo aos consumidores. Um estudo realizado pela KMPG aponta que cerca de 70% das grandes empresas participam das redes sociais, seja na criação de perfis ou no monitoramento da imagem da empresa.
Quem lidera a lista é a China, com quase 80% das grandes empresas usando tais ferramentas. O Brasil vem em quarto acompanhando a média, com 68,1% de empresas de grande porte nesse meio. O que isso nos ensina? Mais do que nunca a hora é agora para pequenas e médias empresas adentrarem esse universo.
Basicamente, podemos listar 7  fatores para motivar sua empresa usar as redes sociais hoje. São ações de curto, médio e longo prazo, que podem ser exercidas por empresas dos mais variados segmentos. Podemos traduzir como possibilidades ímpares. Confiram:
● Custos mais acessíveis para pequenos empreendedores;
● Ótima ferramenta para construir reputação;
● Possibilidade de se descobrir nichos dentro de nichos;
● Aproveitar a demanda da classe C entrando na web;
● Aproveitar o consumo hiperlocal através de geolocalização;
● Já começar como uma marca humana;
●Criar histórias (conteúdo) e fortalecer sua marca.
Os 3 últimos itens são fundamentais para as pequenas empresas. O hiperlocal já é algo real. É possível mapear consumidores e descobrir tendências de consumo regionais (nicho do nicho), focando seu negócio e o direcionando para um rumo ainda mais certeiro. Outro fator que deve ser considerado é a classe C que já chega em um mercado onde banda larga, smartphones, computadores potentes e redes sociais são termos absolutamente comuns. Aproveite e caminhe junto a esse novo público.
Um outro ponto que tende a favor das pequenas empresas que querem entrar nas redes sociais é o fator da humanização. Marcas grandes estão passando pelo processo de “humanizar” a empresa, ação delicada e que deve ser muito bem planejada. Pequenas empresas que ainda não entraram nesse mercado podem exercer desde o início uma presença mais humana, ganhando tempo e espaço em relação aos concorrentes “tradicionais”.
[via Mídia 8]

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Como o vidro vai mudar nosso futuro

Esse video mostra como num futuro próximo a técnologia estará nos auxiliando em diagnóstico e interagindo através do vidro, onde a realidade imita o cinema coisas são criadas tanto para lazer como para trabalho essa tal de técnologia esta cada vez mais rápida os processos de criação e desenvolvimento cada vez mais interativos coloca diante de nossos filhos grande quantidade de informações para estudo fazendo com que sua imaginação trabalhe mais rápido logo aceitando uma outra forma de aprendizado.


quinta-feira, fevereiro 02, 2012

terça-feira, janeiro 31, 2012

Tecnologia dentro da sala de aula depende de conteudo segundo especialistas de TI

Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.
A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode "mudar de paradigma" a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas - seja um computador, laptop ou tablet - pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros "recebedores" de conteúdo e podem evoluir para autores. "A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Uma tecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso", explica.
Sob esse ponto de vista, Marta defende que o "hardware" não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meros reprodutores dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. "A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital", aponta.
A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. "Quando o educador começa a trabalhar esses projetos chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isso está acontecendo em todo o mundo. No Brasil nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização", diz Marta. "O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo", completa.
Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. "Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isso a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo", critica.
Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do País inclui os chamados "objetos educacionais complementares aos livros didáticos". Isso significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.

Biblioteca Nacional terá Acervo Disponivel na Internet para a População

O acervo da Biblioteca Nacional de Brasília Leonel Brizola será digitalizado e colocado à disposição da população pela internet. Um acordo de cooperação técnica e científica entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que será assinado até o fim de fevereiro pelo governador Agnelo Queiroz, possibilitará o desenvolvimento de um software que registrará toda a obra da biblioteca em uma plataforma digital. Segundo o    secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Cristiano Araújo, o GDF espera que a digitalização esteja concluída até o aniversário de Brasília, em 21 de abril. Hoje, a Biblioteca Nacional de Brasília possui 12 mil obras catalogadas, de um total de 100 mil que compõem o acervo. Inicialmente, as 12 mil serão digitalizadas. O site em que o internauta terá acesso ao acervo da biblioteca ainda será desenvolvido pelos técnicos do GDF e do MCTI.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Como as redes sociais estão interferindo na busca do seu emprego

A era digital também chegou aos processos de seleção de candidatos a vagas de empregos. A Union Square Ventures, companhia de capital de riscos e investidora de grandes nomes do mundo online como Twitter, Foursquare e Zynga, já exigem que o candidato envie perfis no Twitter e Tumblr, junto de um vídeo demonstrando o interesse na posição, ao invés do antigo currículo.

Em uma matéria do jornal norte-americano The Wall Street Journal, a empresa afirma que esse processo seleciona os melhores candidatos, principalmente para eles, que são altamente envolvidos com internet e redes sociais.

Outros meios, como o LinkedIn, vídeos e até questionários online também são novas formas escolhidas para seleção de candidatos. Para Christina Cacioppo, associada da Union Square, os currículos não dizem muito sobre os candidatos: "Estamos mais interessados em como as pessoas são, com o que elas gostam de trabalhar e como elas pensam", diz.

Além de questões normais sobre o emprego, as empresas também estão querendo saber "Como é o emprego dos sonhos" ou "Qual foi o melhor trabalho que você já teve". Já a empresa IGN Entertainment Inc., de games e mídias, criou um programa chamado Code Foo, onde os participantes jogam e aprendem ao mesmo tempo. Ao invés de currículos, neste caso a empresa criou uma série de desafios em seu site e até pede vídeos demonstrando a paixão por jogos dos candidatos.

Para Todd Carlisle, diretor do Google, informações como experiências anteriores, hobbies, atividades extracurriculares, como pintar casas ou fazer uma tour com uma banda de punk rock, ajudam a mostrar como o candidato se encaixaria na cultura da companhia.

E, você, gosta da ideia ou é mais antiquado e prefere o bom e velho currículo? Deixe sua opinião nos comentários.
Fonte: Olhar Digital

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